O YouTube tem sido alvo de diversas críticas por suas políticas de moderação, consideradas subjetivas e relativamente injustas, principalmente em relação a restrições sofridas por criadores de conteúdo.

A empresa Estúdios Flow está sendo duramente penalizada pela plataforma ao longo dos últimos 60 dias. A rede social retirou as receitas de pelo menos 7 programas ligados ao grupo após uma declaração polêmica de Bruno Aiub, mais conhecido como Monark, ex-apresentador da atração ‘Flow Podcast’.

Mesmo com o pedido de desculpas, as medidas institucionais implementadas, o desligamento de Monark do quadro societário e a imposição de consequências administrativas e judiciais, o YouTube continua punindo a empresa, que corre o risco de ter que demitir cerca de 80 colaboradores.

Por causa desta situação preocupante, e percebendo que a chamada cultura do cancelamento pode atingir a todos, influenciadores lançaram a campanha #MonetizaFlow — a fim de que a rede social reconsidere sua decisão, reconheça as providências tomadas pela empresa e volte a monetizar os 7 canais que perderam faturamento.

O movimento pró-Flow foi bem recebido nas redes sociais e já conta com o apoio de milhares de usuários comuns, além personalidades digitais como Rica Perrone, Casimiro Miguel, Muca Muriçoca, Paulo Cruz, Lucas Salles, Rogério Vilela, e o podcast Podpah, que tem a maior audiência do país.

Até o momento, a campanha #MonetizaFlow uniu várias figuras de diferentes segmentos e espectros, mostrando que há uma preocupação em comum com a escalada do descaso e do autoritarismo por parte das Big Techs.

Esse tipo de perseguição, aliás, é provocado e incentivado, muitas vezes, por movimentos organizados como o Sleeping Giants — que, inclusive, já tentou prejudicar financeiramente este Conexão Política — responsáveis pela tentativa de silenciar e retirar do debate seus oponentes ideológicos.

Nossa equipe entrou em contato com o YouTube e direcionou questionamentos sobre o caso envolvendo a empresa Estúdios Flow. Sem fornecer mais detalhes, a plataforma respondeu que a suspensão da monetização tem prazo indeterminado e que a situação em questão segue sob análise interna.





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