O ex-ministro da Infraestrutura e pré-candidato ao governo paulista em 2022, Tarcísio Gomes de Feitas (Republicanos), afirmou nesta última sexta-feira (1º) que São Paulo “fez um pacto com o crime organizado, de não combatê-lo”.

“E por que se optou por não combater? Porque crime organizado dá efeito colateral e ninguém quer o efeito colateral do combate ao crime”, argumentou, em entrevista ao portal Money Report.

De acordo com ex-integrante do governo federal, ao combater o crime organizado, há “morte policial, queima de ônibus, assalto a banco, aumento da percepção de insegurança” e coisas do tipo.

“E o problema é que, quando você não combate, o crime cresce, se infiltra no poder e acaba se tornando força política”, acrescentou Tarcísio.

Em resposta, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) disse que as afirmações são “ilações descabidas e irresponsáveis” e que o compromisso do Palácio dos Bandeirantes e suas forças policiais é “com a lei e a segurança da população”.

“Só nos últimos dois anos, mais de R$ 1,2 bilhão em ativos ligados às facções foram recuperados pelas forças de segurança estaduais. […] Não há complacência com o crime seja ele organizado ou não”, diz o comunicado da pasta.





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