O mês de abril chegou. Hoje, dia primeiro (1º), termina o período da janela partidária, prazo em que deputados federais, estaduais e distritais podem trocar de partido para concorrer às eleições deste ano sem o risco de perder o mandato.

Em todo o país, apesar do vai e vem de políticos entre as legendas, líderes partidários costumam lidar pacificamente com as decisões migratórias tomadas em juízo, mesmo que sejam de última hora. Acontece que, uma das exigências de praxe é a comunicação prévia.

O ex-juiz Sergio Moro, conforme noticiou o Conexão Política, decidiu trocar o Podemos pelo União Brasil, sigla que surgiu de uma fusão: DEM e PSL. No entanto, o êxodo praticado gerou uma turbulência sem precedentes.

Lideranças do Podemos alegam que foram pegos de surpresa. Não houve, segundo eles, nenhuma notificação formal ou informal — direta ou indireta — sobre a retirada de Moro. O clima de insatisfação é unanime, com grande sentimento de “traição”, relatam integrantes do partido.

Nos bastidores, tem sido dito que o termo “Moro traidor” passou a ser adotado entre os parlamentares que eram tidos como aliados do ex-magistrado até pouco tempo. Entre os nomes que demonstraram decepção está o do senador Lasier Martins, que diz ter feito duas ligações de voz, mas não obteve resposta.

Agora, como pode ser visto, Sergio Moro enfrenta conflito e resistência de todos os lados da política: da esquerda, da direita e, a partir deste momento, do centro também.





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